Desgradação do Meio Ambiente no Brasil

Quando se viaja pelas estradas do Brasil, normalmente o cenário é de degradação do meio ambiente. Lixo e poluição onde antes havia plantas e animais.

Esta paisagem pode ser facilmente embelezada se conseguirmos levar a educação ambiental para o maior número de pessoas possível. São as "pequenas" medidas que tomamos que nos permitem levar nossa vida de modo mais sustentável, minimizando nosso impacto ambiental.

Poluindo o meio ambiente você não está deixando apenas uma triste herança para seus filhos e netos. O impacto da poluição será sentido na sua própria pele. Um bom exemplo é a poluição que você gera ao se locomover de automóvel quando poderia ir a pé, de bicicleta ou de metrô. Essa poluição com o efeito estufa e o aquecimento global gerando maior incidência de problemas de saúde nos seres vivos como diversas doenças respiratórias, cânceres e outros males.

Em estudo recente, o Brasil ficou colocado em 34º lugar entre 149 países mais comprometidos com o meio ambiente. Mas será que este é um número satisfatório para os brasileiros?

A Newsweek achou que o Brasil merecia uma colocação melhor graças ao uso do etanol e das hidrelétricas como principal fonte de energia. Mas a revista chamou atenção para o desmatamento crescente em nossas terras.

O mais triste desta história, é que temos potencial para figurar entre os primeiros. Falta mais investimento por parte do governo em programas de educação ambiental, fiscalização das áreas protegidas e agentes ambientais.

Falta, finalmente, mais rigor na aplicação das leis existentes.


Como vovó sabiamente dizia “É melhor prevenir do que remediar”. Faz todo o sentido.
Fonte: MeioAmbienteUrgente
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É é, a situação mais piora do que melhora (ou seria piora e NÃO melhora?). Brasil com sua linda floresta amazônica e sua linda mata atlântica poderia fazer tanto para cuidar, mas não, vamos gastar o dinheiro com aviões, com pagamento de políticos que não fazem nada, é uma beleza...
Po isso que todos nós temos o dever de cuidar e repassar essa mensagem a todos ao nosso redor!

Abraços

Oh My God!


Meu deus! Quando vi ess aimagem fiquei chocado, como nós seres humanos podemos fazer isso e nem ao menos ligar? Somos todos seres de um mesmo lugar, todos temos o mesmo direito! Só porque somos seres racionais achamos que podemos fazer de tudo com outros seres "inferiores", ainda nãoa credito nessa sociedade, ainda bem que existem pessoas que se importam com eles, mas são poucas em relação ao mundo! Mas a vida continua com os ricaços com seus 15 carros poluindo mais do que uma cidade inteira...com os ricaços que tem muito dinheiro e poderiam fazer TANTA COISA (alguns fazem, mas poderiam fazer mais mais maaaaaaaaaais!)

A causa do Vegetarianismo!

A matéria abaixo foi publicada no IG Jovem (18/07 - 19:42hs)
Como e por que alguém é vegetariano?

Carol Patrocinio

“Mas como assim, você não gosta de uma picanha bem sangrenta?”, essa é uma pergunta que para muitas pessoas não incomoda, mas em alguns casos, se torna insistente, repetitiva e cansa quem a houve; é o caso dos vegetarianos.

Agora você, que não é vegetariano, deve estar se perguntando: “mas por que alguém deixa de comer carne?” e, em casos mais extremos, qualquer alimento de origem animal, além de tratar o meio ambiente diferente das pessoas ditas ‘normais’.

Os motivos

Para José Nunes, de 23 anos, foi uma coisa natural: “Fui criado fazendo churrasco. Todo final de semana era churrasco com a família e eu lá, cuidando da churrasqueira. Nessa época, já acontecia de eu pegar um pedaço de carne pra comer e quando eu olhava pra ela eu via um nervo, uma veia e pensava ‘pô, era uma vaca…’ e já não conseguia mais comer nada de carne, pulava pra salada”.

Pela saúde
Os vegetarianos pregam que ao não ingerir carne você equilibra os níveis de colesterol, reduz o risco de doenças no coração e de alguns tipos de câncer, além de evitar os hormônios de crescimento e antibióticos utilizados na criação dos animais para abate.

Pelo meio ambiente
Sem comer carne você reduz o impacto ambiental da sua alimentação. Segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, para produzir 1 kg de carne bovina você precisa gastar, mais ou menos, 15 mil litros de água (se você considerar o consumo do animal durante sua vida inteira); enquanto para produzir 1 kg de soja são gastos menos de 1300 litros de água, o que é só 10% do gasto com animais. A economia de água é, portanto, superior a 90%.

Pela ideologia
Homens não são melhores que os animais, portanto, não precisam se alimentar da carne dos bichinhos, já que sua vida não depende disso.

Outro motivo para parar de comer carne é a forma como os animais de abate são criados. As condições são horríveis, feita em pequenos espaços, com alimentos artificiais e tratados de forma agressiva durante o transporte ou antes do abate.

“Parei gradualmente com o consumo de carnes, parando com carne vermelha e de porco, depois aves e por fim, peixes. Nesse tempo fui estudando as variáveis da dieta vegetariana, como a lacto-vegetariana, vegana, crudivorismo, frugivorismo, etc. Estudei principalmente a dieta vegana, por ser a mais compatível com a idéia de ética no tratamento dos animais. Quando vi que tinha conhecimento suficiente sobre a dieta vegana, passei a abolir os alimentos de origem animal como mel, ovo, leite e gelatina da minha dieta, assim como produtos testados em animais”, conta José Nunes.

Os tipos de vegetarianos

Ovo-lacto-vegetariano
É o tipo de vegetariano que você mais encontra por aí. São pessoas que não comem nenhum tipo de carne, mas podem consumir leite, ovos e produtos derivados de animais.

Lacto-vegetariano
Nenhum tipo de carne faz parte da alimentação e o único derivado de animal aceito na dieta é o leite e produtos fabricados a partir dele.

Vegano
É o tipo de vegetariano mais difícil de seguir: eles não comem nenhum tipo de carne e nem qualquer produto que tenha origem animal. Porém, para os ‘vegans’, como são conhecidos, o consumo de produtos de origem animal não se baseia apenas na alimentação, mas segue também nos outros âmbitos da vida, como roupas, acessórios e produtos de beleza, nada que venha de animais ou seja testado neles é aceito. Ser vegan é um estilo de vida.

Crudivorismo
São os vegetarianos que além de não comer nada de origem animal, só comem alimentos crus.

Frugivorismo
Apenas frutas. A dieta dos Frugívoros não permite nada de origem animal e se baseia apenas em frutas.

O preconceito

Mas como tudo que muda os conceitos vistos como normais, a decisão de se tornar vegetariano ou vegan pode trazer sérios contratempos a sua vida social. José Roberto conta que no começo foi bem difícil: “Minha mãe não aceitou, dizendo que eu ia morrer de desnutrição, que eu deveria comer pelo menos peixe. Mas depois de um tempo ela se entregou e começou a se interessar pela culinária sem crueldade. No trabalho, era o assunto na hora do almoço, sempre com aquelas perguntas do tipo: ‘pô, você não come nem frango?’, ‘você vive do quê, de luz?’ e por ai vai”.

As bebidas

Vegetarianos podem beber, porém, ao escolher uma dieta vegetariana, seja ela de qualquer um dos tipos conhecidos, a pessoa acaba escolhendo também um tipo de vida mais saudável e fazendo a opção por alimentos, incluindo bebidas, que não prejudiquem seu corpo.

“Vejo uma possível ligação no aspecto da saúde, pois a maioria dos vegetarianos, além de pensar no bem estar e no tratamento ético aos animais, pensa também em manter hábitos saudáveis, o que talvez, vá contra o consumo de álcool”, comenta o vegan.

Não confunda

Muita gente acha que quem é Straight Edge - hardcore ou punk livre de drogas – também é vegan/vegetariano, mas nem sempre é assim. “São cenas convergentes, mas não tem uma ligação obrigatória, ou seja, ser straight edge não significa que você deva ser vegetariano e vice-versa. No Brasil, o que a gente tem é uma cena straight edge com a maioria sendo vegetariana ou vegana. Essa ligação acaba sendo algo natural dentro de um ambiente mais politizado, como a cena hardcore punk, não só straight edge”, explica José Nunes.

As dicas

Nada acontece de um dia para o outro. Se você quer se tornar vegetariano precisa entender o que está fazendo e ir mudando sua alimentação aos poucos, senão seu corpo pode sentir drasticamente essa mudança.

“Leia bastante sobre nutrição vegetariana e tenha força de vontade. Se você acredita na causa vegetariana, fica muito mais fácil”, incentiva José.

Virando expert

E como saber mais sobre esse pessoal, suas idéias, hábitos e a forma de vida, afinal, você precisa de uma ajuda pra começar, né!

José Nunes conta como entrou nessa: “O veganismo especificamente eu conheci através da cena straight edge de São Paulo, na Verdurada [evento que reúne músicas e palestras]. Foi numa palestra que conheci o termo “vegan”, seu significado e todas suas variáveis. Sem contar que, através da música, sempre ouvia mensagens de apelo vegetariano, como em músicas das bandas Gorilla Biscuits e Nations on Fire”.



FONTE

China proibe venda de carne de cachorro durante as olimpíadas

Para não ofender os turistas estrangeiros, a China proibiu a venda de carne de cachorro durante as Olimpíadas de Pequim. Se o cliente pedir um prato que leve o ingrediente, o restaurante terá de indicar outra opção. Caso contrário, passará a integrar uma lista negra, dizem autoridades chinesas.

O excencial seria que proibisse para sempre, mas "já" é alguma coisa...

10 coisas para salvar o mundo.

1 ENERGIA: O GRANDE DESAFIO A questão da energia encabeça todas as listas de ações prioritárias a serem desencadeadas para a salvaguarda do planeta. Nossa civilização se tornou uma insaciável vampira de energia (sobretudo a elétrica), e a consome muitas vezes de forma desnecessária e perdulária – os feéricos letreiros de Las Vegas que o digam. Enquanto isso, produzi-la implica, em muitos países, queimar petróleo ou carvão, combustíveis fósseis altamente poluidores. A maioria dos especialistas afirma que reduzir esse consumo é prioritário, urgente e perfeitamente possível. Podemos começar pelo nosso próprio lar.
Os eletrodomésticos têm ampliado enormemente nossas possibilidades de cultura e lazer, e a tendência é que os lares acumulem um número cada vez maior desses aparelhos. Para amenizar o impacto no consumo de energia, porém, é preciso investir em equipamentos elétricos com a maior eficiência energética possível. Um item relevante: a posição stand by – aquela em que o aparelho supostamente está desligado, mas continua a consumir energia – deve desaparecer. Se o número de aparelhos na casa em stand by for grande, a conta de luz pode aumentar até 25% num mês.

Cada vez mais, será preciso investir em energias renováveis. Dentre elas, a que tem mais futuro, dizem os especialistas, é a solar: a fonte se manterá por mais alguns bilhões de anos, está disponível em praticamente toda a Terra e, característica fundamental, não polui.
Mas as outras formas de energia renovável não devem ser desprezadas – a eólica, a de biomassa, a hidráulica, a energia das ondas marítimas, a energia geotérmica, etc. Basta aproveitá- las onde forem mais viáveis em termos econômicos e ambientais.
Quanto à energia nuclear, ela é, de fato, uma das menos poluentes, mas os riscos que seu uso implica são tão grandes que assustam – basta lembrar a tragédia de Chernobyl. Pelo sim, pelo não, a tendência é investir nessa alternativa só em última instância.

Um domicílio não poderia também gerar energia? Em certos países, a resposta a essa questão já é afirmativa – e ambientalmente aprovada. Para tanto, é preciso que a produção e a distribuição de energia não estejam nas mãos da mesma empresa. Com isso, os proprietários dos imóveis poderiam instalar instrumentos de geração de energia em pequena escala, com relação custo-benefício que torne o negócio viável. Na Grã-Bretanha e em vários outros países da Europa começa a se espalhar o conceito de casas em que parte do telhado é ocupada por painéis solares. Dependendo do local, outras formas de energia podem ser aproveitadas.
Para disseminar essa idéia, uma boa opção é a obrigatoriedade. Em Israel, a instalação de aquecedores solares é compulsória desde 1980. No início deste ano, a Prefeitura de São Paulo obrigou todas as novas edificações a instalar um sistema de aquecimento solar que deverá atender a pelo menos 40% da demanda anual de água aquecida consumida por usuário.
2 FORMAR UMA CONSCIÊNCIA AMBIENTAL Formadores de opinião – professores, líderes religiosos, artistas, jornalistas e comunicadores em geral – estão sendo convocados a trabalhar na elaboração de uma consciência ambiental individual e coletiva. A razão disso é que uma ação ambiental só consegue ser implantada e perdurar se for atingido um “número crítico” de cidadãos conscientes de seus deveres e responsabilidades quanto à restauração e à manutenção do equilíbrio ecológico.
Um exemplo disso está no recente aprofundamento da calha do rio Tietê, em São Paulo. Durante a obra, retiraram- se do leito do rio milhares de toneladas de detritos atirados pela população. A limpeza trouxe conseqüências positivas, a começar pela redução das enchentes. Mas, como a formação de consciência ambiental dos cidadãos não foi concluída, muitos recomeçaram a fazer do Tietê sua lixeira particular.
Os professores, por seu lado, respondem pela educação ambiental dos alunos. Ela deverá estimular nos estudantes uma sensibilidade particular aos problemas ligados ao ambiente. A chave do processo é a criação de uma cultura que transforme a visão antropocêntrica da relação homem/ natureza em visão biocêntrica – que não mais considera o homem como o centro de tudo, mas, apenas, como um dos muitos componentes da biosfera.
Já os líderes religiosos deverão fazer das questões planetárias a prioridade número 1 de seu discurso e encorajar seus seguidores a se tornar exemplos para o resto da população. A crença de que é moralmente errado agredir a natureza, aliás, está na base ética de vários sistemas religiosos.
A responsabilidade pela formação de uma consciência ambiental transcende os limites dos formadores de opinião: na nova ética ecológica, é dever de todo cidadão bem informado tornar-se vetor de elucidação daqueles que ainda não desenvolveram essa consciência.
3 OBTER UM NOVO E MAIS PODEROSO PROTOCOLO DE KYOTOO esforço de salvar a Terra envolve todos os países, já que os efeitos do desequilíbrio ambiental não respeitam cercas ou fronteiras. Nesse sentido, é urgente acertar um novo tratado na esteira do que foi assinado em Kyoto (Japão), em 1998, cuja proposta era obrigar os países desenvolvidos a, no período entre 2008 e 2012, reduzir a emissão de gases do efeito estufa em pelo menos 5,2%, ante os níveis de 1990. Desta vez, porém, é essencial que o novo acordo tenha maior poder coercitivo, enquadrando os principais poluidores – os Estados Unidos à frente – e definindo metas para todos, inclusive os países em desenvolvimento com ficha ambiental desabonadora e antes desobrigados de seguir objetivos, como China, Índia e Brasil.

Os índices de redução da emissão de gases do efeito estufa também devem ser drasticamente revistos no novo tratado. Já se fala hoje em cortes de até 80% das emissões de CO2 até 2050. O compromisso deve ser assumido não só por governos, mas também por indivíduos, empresários, ONGs e outros setores. E todos os mecanismos disponíveis devem ser empregados para esse fim, incluindo-se aí novas leis ambientais, campanhas de esclarecimento, comércio de emissões de carbono e políticas fiscais.
Obter um tratado ambiental planetário eficiente parece ser o grande desafio da humanidade neste início de milênio. Se ele não for implementado e cumprido, a saúde do planeta estará correndo sério risco.
4 ESTIMULAR A VENDA DE PRODUTOS “VERDES” Produzir mercadorias mais adequadas ambientalmente sai, em geral, mais caro do que as tradicionais, e essa diferença de preço é o maior empecilho para a expansão do mercado “verde”. Para os especialistas, uma política fiscal específica poderia mudar bastante esse quadro, tanto reduzindo impostos e taxas que incidem sobre os produtos ambientalmente adequados como aumentando os relativos às demais mercadorias – ou elaborando uma combinação das duas alternativas. Colocar produtos “verdes” e convencionais em condições semelhantes de disputa, dizem eles, deve levar o consumidor a refletir mais sobre o que está adquirindo.

Lâmpadas, aparelhos elétricos e veículos estariam entre os primeiros setores atingidos por essas medidas. As lâmpadas fluorescentes compactas, por exemplo (85% mais econômicas do que as incandescentes), poderiam ser barateadas com a eliminação de impostos. Já os pesados, beberrões e poluentes utilitários esportivos seriam sobretaxados.
Outras medidas incluem dar muita publicidade às vantagens ambientais que os produtos “verdes” representam e subsídio ou redução de encargos a empresas e produtores que investem nessas mercadorias.
5 REDUZIR O USO DE COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS, AUMENTAR O DE BIOCOMBUSTÍVEIS Nas atuais proporções, os efeitos ambientais do consumo de combustíveis fósseis são catastróficos. É preciso não apenas reduzir o uso desses combustíveis, mas também substituí- los, tanto quanto possível, por outras alternativas. A primeira parte pode ser obtida, por exemplo, diminuindo o consumo da energia gerada por termelétricas que recorrem a esses insumos (o apagão brasileiro mostrou que é possível conseguir redução geral de 20%). Por outro lado, a geração de eletricidade pode ser feita por fontes renováveis, inclusive em nível doméstico. E até o setor petroquímico pode ser revisto: é possível, por exemplo, obter plástico a partir de etanol.
Na confusão mundial envolvendo os biocombustíveis, a cana-deaçúcar é hoje uma exceção à regra. Enquanto os Estados Unidos, por exemplo, obtêm o etanol a partir do milho, o Brasil o obtém a partir da cana. No geral, no resto do mundo, as safras agrícolas usadas na produção de biocombustíveis têm apenas uma fração de seu valor energético aproveitado. Como os biocombustíveis continuam a ser vistos como ferramenta importante contra a emissão de gases do efeito estufa, os países que não podem plantar cana têm de aperfeiçoar as tecnologias destinadas a aproveitar a celulose das plantas – algo previsto para ocorrer em até dez anos.

6 COMPRAR MENOS E MELHOR A mentalidade consumista está assentada na criação e manutenção do que os especialistas chamam de “febre aquisitiva” – a compulsão de comprar e consumir. É necessário comprar apenas o essencial. E comprar bem. Por exemplo, adquirir produtos que não recorrem a embalagens caras e são feitos em condições dignas de trabalho. Em todo o mundo se implanta o “comércio justo” (fair trade, em inglês), uma forma de atividade comercial na qual o objetivo primário não é a hipertrofia do lucro, mas a luta contra a exploração do trabalhador e a pobreza ligada a causas políticas, econômicas ou sociais. A isso se acrescenta a luta contra formas comerciais que prejudicam o meio ambiente. O comércio justo ganha força e logo se tornará regra básica das transações comerciais no mundo.
Os especialistas também recomendam que o consumidor veja com carinho os artigos de segunda mão. Sebos e brechós mostram que o objeto não precisa ser novo em folha para cumprir sua missão básica.
7 REVER O TRANSPORTE COLETIVO Congestionamento no trânsito é sinônimo, entre outras coisas, de aumento de poluição (nessa condição, os veículos emitem mais poluentes do que o normal) e deterioração da saúde. Já existem diversas opções em uso ou análise para mudar isso.

Em primeiro lugar, o transporte coletivo precisa ficar atraente – sobretudo, mais rápido e confortável – para o usuário do automóvel. No caso de cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, é fundamental expandir a rede de metrô e aprimorar as linhas de trens urbanos. Ônibus mais novos (mais confortáveis e menos poluentes) poderiam circular em corredores específicos, que aumentariam sua velocidade média. Alternativas menos poluentes ao diesel consumido por esses veículos devem ser implementadas. O uso de bicicletas pode ser ampliado, e planos que permitam a integração de diferentes formas de transporte devem ser incentivados.
Medidas restritivas devem ser aplicadas contra os que usam o carro sem necessidade. Cidades européias adotaram, por exemplo, o pedágio urbano em áreas mais congestionadas. Rodízios como o de São Paulo podem ser aprimorados a partir de uma vigilância maior sobre a circulação de veículos.
O excesso de vôos para destinos próximos contribui substancialmente para a aviação representar 2% das emissões de CO2 originárias de atividades humanas. Com estradas e ferrovias ruins, o Brasil praticamente força os viajantes a usar o avião, mas no futuro se poderá optar por algo diferente, como o trem-bala que até 2014 deverá ligar São Paulo e Rio de Janeiro em cerca de 90 minutos.

8 ACABAR COM A CULTURA DO DESPERDÍCIO Em vários países, muita coisa já melhorou em termos de reciclagem, mas ainda estamos longe dos altos níveis necessários. Os mercados de artigos reciclados devem ser encorajados. Gradualmente, produtores são estimulados a recolher seus produtos ao final da vida útil deles para reciclá-los. No futuro, a reciclagem passará a fazer parte do próprio design dos artigos. Uma poderosa cultura de trocas e doação de objetos deverá ser implantada. Um exemplo: alguém muda o telhado de sua casa e fica com uma quantidade de telhas velhas, porém intactas, que oferece de graça em um site especializado; quem se interessar vai buscá-las.
9 CONTROLAR O AUMENTO POPULACIONAL A população global deve atingir 11 bilhões ao redor de 2050. Assim, a necessidade de uma política populacional nunca foi tão urgente, da mesma forma que uma mudança radical da mentalidade até agora vigente na maior parte dos países em relação aos altos índices de crescimento populacional. Muitos governos persistem no erro de considerar grandes populações como indicadoras de poderio econômico. Se isso não for corrigido em escala global, esses índices crescerão cada vez mais, estimulando a proliferação de catástrofes ambientais.

10 PRESERVAR AS FLORESTAS TROPICAIS E A BIODIVERSIDADE As florestas tropicais desempenham um papel fundamental na absorção de gases do efeito estufa e nos regimes de chuvas que afetam extensas áreas continentais. As regiões que as abrigam, porém, estão em países emergentes cujo conceito de desenvolvimento pode divergir bastante da preservação do meio ambiente. As opções para controlar isso são reduzidas. Uma possibilidade seria adotar medidas rígidas de fiscalização contra a madeira extraída ilegalmente ou até banir por completo o consumo de produtos que envolvam o corte de árvores dessas florestas. Outra alternativa é o reconhecimento, por parte dos países ricos (muitos dos quais se desenvolveram devastando florestas à vontade), de que os pobres precisam de verbas polpudas para defender suas florestas, e um acordo subseqüente que defina metas e gastos. Ao Brasil e a outros detentores de áreas de reservas tropicais cabe implantar um modelo de desenvolvimento em harmonia com o meio ambiente.
Por seu lado, a fauna e a flora ajudam a manter o equilíbrio e a estabilidade dos ecossistemas e estão na base de diversas atividades econômicas. Por isso, conservar a biodiversidade é fundamental para a sobrevivência da nossa espécie, e a tarefa começa com uma intensa campanha de conscientização a respeito de sua importância.

FONTE
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O item 5 acho uma boa idéia, mas pelo que eu vi em outro site, pode ser ruim alguns países adotarem esse sistema, por exemplo na Angola, o governo destruiu parte da plantação agrícola do país para plantar mamona (uma das plantas usadas para afzer biocombustível), e o país antes não estava ótimo, imagina agora que perderam parte da plantação do país. Depende de cada governo examinar e decidir o que é o melhor para o país.

Abraços

WaRR

RAPIDEX!

-=- Sabia que o gado é responsável por 18% do CO² emitido por ano e o carro 14%?Ou seja: O GADO POLUI MAIS QUE CARRO.
-=- Sabia que o mesmo que você gasta em uma garrafa de água na rua, daria pra vc gastar em casa 3 litros? PS:GARRAFA DE ÁGUA QUE SE VENDE NA RUA TEM 500ML.
-=- Sabia que os dois países que mais poluem são a China e os EUA?
-=- Sabia que uma das empresas que mais poluem é a Microsoft?


Depois posto mais coisa, to indo pra escola.

Abraço!

WaRR

Soja sem fronteiras

Durante paletsra, em São Paulo, fundados de grupo belga para agricultura sustentável fala sobre os problemas acerca da soja.

Organizada no dia 25 de março pelo grupo Oca, braço da Sociedade Vegetariana Brasileira, em São Paulo, a palestra frei belga Luc Vankrunkelsven mostrou de que maneira a soja vem destruindo o meio ambiente e acentuando a miséria em países subdesenvolvidos. Em visita à capital paulista para o lançamento de seu livro Aurora no Campo - Soja Diferente (ed.Gráfica Popular / 298 páginas / R$32), o fundador do grupo Wervel, que incentiva a agricultura sustentável, lembrou a necessidade de encontrar alternativas para esse grão. "O livro trata sobre as proteínas e essa independência entre os continentes. Mas fala também sobre as alternativas, pois não precisamos comer soja para sermos vegetarianos. Toda essa soja produzida atualmente pode ser uma solução para a fome no mundo, pois são 8555 milhões de pessoas com fome. Não estou dizendo que eles não tem que comer apenas soja, mas vejo como ato criminoso a soja ir para animais."
O teólogo, que também é consultor da Fetraf Sul (Federação dos trabalhadores na Agricultura Familiar), afirma que desde 1962 a soja brasileira não encontra barreiras alfandegárias na Europa e que, portanto, é difícil para o pequeno grupo agricultor europeu produzir outras fontes de proteína, como tremoço - "a soja do norte" - a preços acessíveis. Além disso, é preciso muita terra para produzir o que a demanda atual exige. "A soja em si não é um problema, mas sim os 70% 80% cultivados no mundo e que são destinados a ração animal. Um grande volume vai para suínos e frango. Até mesmo as vacas comem essa ração, mas em menor quantidade. As vacas leiteiras da Holanda, por exemplo, que precisam produzir até 10mil litros de leite por ano, recebem muita soja. Há 15 anos, esse grão também vai para os peixes de diferentes países. O salmão da Noruega, por exemplo, é muito barato na Bélgica porque 50% da ração desse salmão é de soja do Brasil, da Argentina, Paraguai ou da Bolívia, e 50% é farelo de peixe do peru."
Outro problema apontado por Luc é a exclusão social causada pelo avanço da soja. Ele explica que depois da Revol~ução Verde - ocorrida a partir da década de 1950, período em que as lavouras dos países menos desenvolvidos começaram a se mecanizar e os fertilizantes químicos passaram a ser utilizados -, os pequenos agricultores se viram submetidos ao mercado das grandes cooperativas e não encontraram muita saída. "Atualmente, no Maranhão, os caboclos vêm sndo expulsos de suas terras porque a soja está avançando. O grão está sendo cultivado na região porque em São Luis está localizado o porto mais perto da Europa. Mas desta vez não é mais só para ração animal, é também para o biodiesel. No Brasil, nos últimos 30 anos, o número do êxodo rural chegou a 27 milhões de pessoas. Muitos dos ex-agricultores estão agora nas favelas."
Promotorda campanha "Pense globalmente. Alimente-se localmente", que incentiva o consumo de alimentos produzidos em locais próximos, Luc alerta para os perigos que a pirâmide soja-carne-carro está ocasionando. "O problema da monocultura da soja é central para mim, mas também o consumpo de carne. Todos falam dos males dos carros, mas o transporte no mundo é responsável por apenas 14% do aquecimento global. A produção de carne é de 18%, mas ninguém fala sobre isso. Quando pararmos ou diminuirmos o consumo de carne e o uso do carro, teremos mudado muito."
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O texto já fala por si próprio, mas é sempre bom fzer um comentário não?
Com esse texto podemos ver como a carne é valorizada e a soja desvalorizada, e vale ressaltar que se todas as áreas de produção de carne fossem usadas para plantações, não haveria fome no mundo.
É a vida é a vida.......

Abraços

WaRR

Fonte: Revista dos Vegetarianos. Ano 2. Número 19. Editora Europa. Mai 2008. Pág 8.