Green Wiki

Bem, muitos já devem conhecer o famoso Wikipedia (aquela ferramenta que quase sempre está em primeiro nas pesquisas google). Eles criaram(não sei quando) o Wikia Green (imagem), que é tipo uma enciclopédia sobre o meio ambiente (emissão de carbono etc...). A iniciativa é interessante, mas eu particularmente não gostei muito, sei lá o porque, mas o que vale é a intenção. E ah! Para quem não sabe ingles vai ser difícil entender.

O Livro Negro do Açucar

Como esse blog tem o objetivo de mostrar o quanto o mundo é lindo, saudável, o que faz bem mal etc resolvi postar esse livro que achei na internet.

Ele basicamente fala sobre os malefícios que o açucar trás para nós, eu sei que é um dos melhores alimento existentes do mundo haha mas que ele faz mal faz! Ler este livro vai te “explicar” melhor o quão mau ele é.

Link Para Ler o Livro

Fui!

PS: Não o li ainda…

Créditos ao site Vista-se

A Briga de Galos

Bem, esse dias eu vi no jornal que passa ao término do programa Hoje em Dia na Record uma reportagem sobre a briga de galos e sobre a aprovação de uma lei que aprovaria a tal briga, na mesma hora fiquei inconformado e pensei que pessoa IDIOTA que faria uma coisa dessas. Pensando que a matéria tinha acabado, passa uma mulher (suposta socióloga) falando que essa briga FAZIA BEM para as pessoas que “jogavam”, pois “espanta” o stress dela, na mesma hora pensei o seguinte: ” Certo, porque não vai jogar videogame? É falso, não machuca ninguém, e com certeza espanta mais o stress (experiência própria). E ainda falam que são os jogos de videogame que fazem alunos de escolas pegarem armas e saindo atirando.”

É essa a sociedade que vivemos…

Sabiam Disso?

Como muitos devem pensar que se a gente plantar árvores elas vão absorver todo aquele carbono no seu crescimento piriri pororo e essas coisarada, sim isso é verdade, obviamente elas vão absorver pois é um dos seus “fatores” de evolução, pois é um ser autótrofo que se “alimenta” pela fotossíntese, absorvem CO2 e “exalam” o Oxigênio (não sei outro jeito de explicar isso), mas o que poucos sabem (imagino eu) é que as florestas velhas absorvem bem mais carbono do que as supostas plantinhas que plantamos ontem de tarde, então, vamos preservar nossas queridas matas e principalmente nossa amada amazônia! ÊÊÊEÊÊÊÊEÊÊÊEEÊÊÊÊÊÊÊ!!!!!!!!! (coisa obvia que ninguém deveria falar nada para alguém se conscientizar disso).

Abaixo segue uma reportagem que achei na internet sobre o que citei acima…

As florestas antigas continuam a acumular carbono em ritmo muito maior do que os pesquisadores acreditavam previamente, o que as torna muito mais importantes como repositórios de carbono cuja capacidade de absorção precisa ser integrada aos modelos mundiais de climatologia, afirmam cientistas que trabalham nesse campo.

Até recentemente, a suposição era a de que as florestas muito antigas deixavam de absorver carbono. Os únicos focos de crescimento novo da absorção surgiam nos pequenos espaços abertos quando velhas árvores morriam e se decompunham, liberando na atmosfera o seu carvão acumulado.

As florestas em geral eram portanto consideradas neutras do ponto de vista da absorção e emissão de carbono, e eram computadas dessa maneira nos modelos climatológicos mundiais.

Nos últimos 10 anos ou pouco mais, os murmúrios iniciais de desacordo quanto a essa hipótese começaram a se intensificar, e projetos individuais de pesquisa vieram a constatar que até mesmo as florestas muito velhas eram capazes de armazenar carbono graças ao crescimento de árvores, ao acréscimo de árvores novas e ao decréscimo no ritmo de respiração das árvores mais velhas.

A partir da metade dos anos 90, projetos de coleta de dados mais sofisticados mediram os fluxos de carbono em florestas de todo o mundo. Um trabalho particularmente importante era a troca de dados entre os membros da Fluxnet, uma rede mundial de torres de observação que medem a troca de dióxido de carbono, vapor de água e energia entre os diferentes ecossistemas e a atmosfera, em diversos pontos do planeta.

Agora, Sebastiaan Luyssaert, da Universidade de Antuérpia, na Bélgica, e seus colegas aproveitaram todos esses dados novos e produziram uma meta-análise dos dados de estudos que acompanharam 519 posições floresta temperada e boreal com idades de entre 15 e 800 anos.

A conclusão dos pesquisadores, publicada em artigo na revista Nature, é que as florestas mais antigas continuam, em geral, a absorver carbono. As florestas primárias nas regiões boreais e temperadas, que respondem por 15% da área florestal do planeta, aprisionam cerca de 1,3 gigaton de carbono por ano, com margem de erro de meio bilhão de toneladas de carbono.

Isso equivale a cerca de 10% da produtividade líquida da absorção nos ecossistemas mundiais, uma capacidade que antes não era computada ou era atribuída a fatores diferentes.

A morte de um dogma
A conclusão a que os pesquisadores chegaram faz sentido, afirma Susan Ustin, especialista em ecologia vegetal na Universidade da Califórnia em Davis. Quando um especialista quer determinar a idade de uma árvore, conta os seus anéis.

Cada um desses anéis representa a transformação de carbono atmosférico no tecido vivo de uma árvore. Em qualquer ano, a morte ou decomposição de folhas ou raízes tem o potencial de superar o volume de carbono que o tronco absorve.

Mas ao longo do tempo, qualquer crescimento significativo deve envolver um superávit de absorção de carbono. “Caso uma árvore seja neutra, do ponto de vista da absorção do carbono, quando tem 400 anos de idade, como é que ela poderia chegar aos mil anos?”, questiona Ustin. “Árvores que fossem realmente neutras do ponto de vista de absorção de carbono morriam”.

Derrubar a velha idéia de que as florestas maduras apresentam capacidade neutra de absorção de carbono pode ser tarefa para mais de um estudo, e a pesquisa conduzida por Luyssaert não é de maneira alguma a primeira a propor que as florestas antigas talvez continuem a absorver esse gás causador do efeito-estufa.

Mas Luyssaert espera que essa análise ajude a inclinar as escalas em favor de uma reversão na interpretação dominante. “Desafiar o dogma não representa novidade, mas os dados usados para contestá-lo vinham sendo muito mais limitados no passado”, ele afirma.

A hipótese tem inúmeras implicações. Os cientistas que presumiam que as florestas antigas não absorviam carbono em termos líquidos podem em conseqüência ter superestimado a capacidade de absorção de outros ecossistemas. Os modelos climatológicos hoje aceitos talvez tenham de ser reavaliados. E as políticas que concedem créditos a governos ou empresas por iniciativas de absorção de carbono deveriam incorporar a proteção a florestas antigas em seu elenco de opções.

De fato, a idéia de plantar uma árvore para defender a ecologia, por mais satisfatória que ela seja do ponto de vista sentimental, pode na verdade ser menos eficiente em termos práticos do que proteger uma árvore velha contra os machados: “Por pelo menos uns 200 anos, até que a árvore plantada tenha crescido o suficiente para absorver volume de carbono equivalente ao dessas velhas árvores”, estima Ustin.

Tim Griffis, pesquisador da Universidade de Minnesota que opera uma das torres de observação florestal da Fluxnet, acrescenta que o trabalho dos pesquisadores belgas “demonstra o poder da rede Fluxnet”. Mas está se tornando mais difícil mantê-la em operação, à medida que ela deixa de ser um projeto de vanguarda na ciência e se torna mais um sistema de obtenção e registro de dados em longo prazo.

“Muitos dos participantes da comunidade já começam a encontrar dificuldades para manter as suas unidades em operação”, afirmou Griffis. “Acredito que exista necessidade de discutir com seriedade como é que devemos agir para manter em funcionamento esse projeto de registro de dados em longo prazo”.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3201560-EI8278,00-Florestas+antigas+capturam+muito+carbono.html

PS: Escrevi conscientizar assim porque não sei se é assim mesmo.

Abraço

Fui!

Para onde vai o Lixo Reciclável?

Muitos não deve saber, devem achar: ” Ah, eles pegam, passa no caminhão e levam pro aterr….” Eles não sabem de nada! (sobre isso), abaixo um texto explicando tudo.

Depois de coletado e separado em centros de triagem da prefeitura ou de cooperativas de catadores, o lixo é comprado por indústrias a preços vantajosos, onde é reutilizado na fabricação de novos produtos. As latinhas de alumínio de refrigerante e cerveja, por exemplo, viram matéria-prima para produção de latas novas. No ano passado, o Brasil reciclou 9 bilhões de latas de alumínio, o equivalente a 121 mil toneladas. Isso significou 97,5% da produção nacional, o que torna o país campeão mundial na reciclagem do produto. O mesmo processo ocorre com outros materiais, como papel, papelão, plástico, vidro e sucata. “Uma das grandes vantagens da reciclagem é a redução da degradação do meio ambiente, já que toneladas de resíduos que antes iam para aterros sanitários e lixões retornam para o ciclo produtivo”, diz André Vilhena, diretor do Compromisso Empresarial para Reciclagem (www.cempre.org.br). Há também ganhos socioeconômicos, já que boa parte do lixo reciclado é recolhida por catadores autônomos ou cooperativas de catadores, formadas por moradores de rua que têm nessa atividade sua principal fonte de renda. “A reciclagem também reduz a exploração de recursos naturais “, diz André. Só com a reciclagem de latinhas de alumínio, deixou-se de extrair no ano passado cerca de 600 mil toneladas de bauxita, matéria-prima para a fabricação do produto.

Roubo de latinhas


Bem, como esse blog não fala somente de meio ambiente, e sim de mostrar como mundo pode ser lindo se cuidarmos bem dele resolvo falar sobre um assunto que vi no jornal ontem ou hoje, não me lembro. O que eu vi foi uma notícia sobre um acidente que teve em que o caminhão quebrou o eixo da frente e parou no meio da pista (com nossas ótimas estradas tbm né?) e seu carregamento era de latinha de cerveja, refrigerante, sei lá, eram latinhas. Assim que quebrou, veio uma RENCA de gente querendo pegar as latinhas, e ficaram pegando e pegando até que chegou a polícia, na hora em que o guindaste chegou e iria retirar o caminhão, novamente os ladroezinhos atacaram e levaram TUDO que tinha no caminhão, não sobrou nada!
Agora estou onde queria chegar. Todos falam de nossos políticos, "Ah eles robam, ah eles compram aviões caríssimos, ah são tudo malandro...". Mas aí está a controvérsia, todos falam que os outros robam, e chegam na hora e fazem A MESMA MERDA, são tudo malandro, eles tem que ir é estudar e tomar consciência do que é ser gente.

Recife "Artificial"


Bem, esta foi uma das matérias mais estranhas que eu já vi sobre o meio ambiente e como ajudá-lo. Quando você pensa em avião, o que vem na sua cabeça? Para alguns pode vir, poluição poluição poluição.... para outros pode ser, "Ô, Veneza, ó Roma, ô Porto Seguro"...Mas quando você pensaria em transformar um porta aviões em um recife "artificial"? Mas foi isso que os EUA fizeram e até que foi uma idéia legal, pois nesse porta aviões que foi afundado se desenvolveu um enorme recife de corais que alberga um ecossistema com uma biodiversidade e produtividade extraordinária, e se desenvolveu em "apenas" dois anos.
Eles até pretendem afundar(isso mesmo) mais 30 navios para o mesmo propósito.
Mas tem uma coisa, será que isso não prejudicará o mar em que foi jogado o navio? Olha, na minha opinião, se foi retirado todo o combustível e pintura do navio, imagino que não prejudique, pois o ferro até deixaria o mar mais "enriquecido" (não sei como falar).
É, e fica assim uma contraditória...

Veja a matéria completa abaixo:

A vida após o naufrágio

Dois anos depois de converterem um porta-aviões em recife artificial, os EUA planejam afundar outros trinta navios para o mesmo fim, enriquecendo a biodiversidade marinha

Os recifes de corais desempenham um papel vital nos oceanos, abrigando um quarto da biodiversidade marinha. Eles são usados pelos peixes como habitat para alimentação e reprodução, além de servir de abrigo contra predadores. Para multiplicar esses santuários ecológicos, tornou-se comum em muitos países a criação de recifes artificiais — em geral, grandes navios já fora de uso que são afundados e aos poucos se cobrem de algas, moluscos e crustáceos. A Universidade de West Florida, nos Estados Unidos, divulgou o resultado de um estudo comprovando o sucesso do recife artificial feito com a maior embarcação já empregada para esse fim, o porta-aviões Oriskany, afundado há dois anos.

O Oriskany entrou em atividade em 1950 e foi utilizado pela Marinha americana nas guerras do Vietnã e da Coréia. Entre os que serviram no navio está o candidato republicano à Presidência, John McCain, que em 1967 decolou de sua pista para a missão em que seu avião foi abatido e ele se tornou prisioneiro de guerra. Hoje, a embarcação abriga 38 espécies de peixe. Além disso, passou a ser atração turística para os praticantes de mergulho. No ano passado, recebeu 4 200 visitantes. Após o sucesso do projeto, a Marinha americana relacionou pelo menos outros trinta navios candidatos a se tornar recifes artifi ciais.

O uso de embarcações como recifes envolve desafi os. Para que a estrutura seja tomada por vegetais e peixes, é preciso submergi-la em locais com a profundidade ideal e condições adequadas de temperatura, luminosidade e salinidade. Outro pré-requisito é a rigorosa limpeza de todo o navio, para evitar a introdução na cadeia alimentar marinha de substâncias tóxicas presentes nos óleos, nos cabos e na pintura do casco. Os ambientalistas advertem que é necessário monitorar constantemente os recifes artifi ciais. “A concentração de peixes faz com que eles se tornem expostos à pesca predatória, inclusive com redes”, explica o biólogo especialista em corais Rodrigo Moura, da Conservação Internacional.

A criação de recifes artifi ciais é um costume relativamente antigo, iniciado no fim do século XVIII no Japão. Naquela época, oobjetivo não era a proteção das espécies, mas o aumento da oferta pesqueira nos vilarejos. A transformação de navios em recifes começou a se difundir nos Estados Unidos na década de 60. Desde então, já foram afundadas dezenas de embarcações — e até aviões, como o Spirit of Miami, um Boeing 727 submerso em Key Biscayne, na Flórida.

O Brasil também tem navios usados como recifes artifi ciais. Um dos casos mais bem documentados é o do cargueiro Victory 8-B, com 100 metros de comprimento, afundado em 2003 a 8 quilômetros da costa de Guarapari, no Espírito Santo. O navio aumentou o turismo de mergulho na região, mas também provoca críticas de ambientalistas por atrair barcos de pesca que lançam redes de arrasto e gaiolas. Como não há fiscalização suficiente, as próprias escolas de mergulho da região assumem a tarefa de zelar pelo recife, retirando redes e denunciando a pesca irregular ao Ibama. “A lição que fica é que, para criar um recife artificial, não basta afundar uma embarcação, é preciso planejamento e monitoramento constantes”, diz o geólogo Alex Bastos, do Departamento de Oceanografi a da Universidade Federal do Espírito Santo. Com instalação e manutenção corretas, os recifes feitos pelo homem são uma dádiva para o ambiente marinho.


Fonte: http://planetasustentavel.abril.uol.com.br/noticia/ambiente/conteudo_300907.shtml