Google e sua atitude


Bem, todos conhecem a empresa Google (maior site de pesquisa atualmente), ele esse mês "comemorou" 10 anos de existência, e com isso criaram uma um projeto chamado "Projeto 10 elevado a 100". Nesse projeto, o google está recebendo idéias que supostamente são para ajudar a melhorar o mundo ( idéias com energia limpa, para acabar com a fome etc...), depois de uma série de votos e tal, o vencedor (ou vencedores, não entendi muito bem), irão ganhar 10 milhões para poder investir na sua grande idéia, então vamos lá pessoal, mandem sua idéias, eu mandarei a minha! E boa sorte a todos!!!

Para mais informações: Projeto 10 elevado a 100

Para onde vai o lixo reciclável?

Muitos não deve saber, devem achar: ” Ah, eles pegam, passa no caminhão e levam pro aterr….” Eles não sabem de nada! (sobre isso), abaixo um texto explicando tudo.

Depois de coletado e separado em centros de triagem da prefeitura ou de cooperativas de catadores, o lixo é comprado por indústrias a preços vantajosos, onde é reutilizado na fabricação de novos produtos. As latinhas de alumínio de refrigerante e cerveja, por exemplo, viram matéria-prima para produção de latas novas. No ano passado, o Brasil reciclou 9 bilhões de latas de alumínio, o equivalente a 121 mil toneladas. Isso significou 97,5% da produção nacional, o que torna o país campeão mundial na reciclagem do produto. O mesmo processo ocorre com outros materiais, como papel, papelão, plástico, vidro e sucata. “Uma das grandes vantagens da reciclagem é a redução da degradação do meio ambiente, já que toneladas de resíduos que antes iam para aterros sanitários e lixões retornam para o ciclo produtivo”, diz André Vilhena, diretor do Compromisso Empresarial para Reciclagem (www.cempre.org.br). Há também ganhos socioeconômicos, já que boa parte do lixo reciclado é recolhida por catadores autônomos ou cooperativas de catadores, formadas por moradores de rua que têm nessa atividade sua principal fonte de renda. “A reciclagem também reduz a exploração de recursos naturais “, diz André. Só com a reciclagem de latinhas de alumínio, deixou-se de extrair no ano passado cerca de 600 mil toneladas de bauxita, matéria-prima para a fabricação do produto.

Sabiam disso?


Como muitos devem pensar que se a gente plantar árvores elas vão absorver todo aquele carbono no seu crescimento piriri pororo e essas coisarada, sim isso é verdade, obviamente elas vão absorver pois é um dos seus “fatores” de evolução, pois é um ser autótrofo que se “alimenta” pela fotossíntese, absorvem CO2 e “exalam” o Oxigênio (não sei outro jeito de explicar isso), mas o que poucos sabem (imagino eu) é que as florestas velhas absorvem bem mais carbono do que as supostas plantinhas que plantamos ontem de tarde, então, vamos preservar nossas queridas matas e principalmente nossa amada amazônia! ÊÊÊEÊÊÊÊEÊÊÊEEÊÊÊÊÊÊÊ!!!!!!!!! (coisa obvia que ninguém deveria falar nada para alguém se conscientizar disso).

Abaixo segue uma reportagem que achei na internet sobre o que citei acima…

As florestas antigas continuam a acumular carbono em ritmo muito maior do que os pesquisadores acreditavam previamente, o que as torna muito mais importantes como repositórios de carbono cuja capacidade de absorção precisa ser integrada aos modelos mundiais de climatologia, afirmam cientistas que trabalham nesse campo.

Até recentemente, a suposição era a de que as florestas muito antigas deixavam de absorver carbono. Os únicos focos de crescimento novo da absorção surgiam nos pequenos espaços abertos quando velhas árvores morriam e se decompunham, liberando na atmosfera o seu carvão acumulado.

As florestas em geral eram portanto consideradas neutras do ponto de vista da absorção e emissão de carbono, e eram computadas dessa maneira nos modelos climatológicos mundiais.

Nos últimos 10 anos ou pouco mais, os murmúrios iniciais de desacordo quanto a essa hipótese começaram a se intensificar, e projetos individuais de pesquisa vieram a constatar que até mesmo as florestas muito velhas eram capazes de armazenar carbono graças ao crescimento de árvores, ao acréscimo de árvores novas e ao decréscimo no ritmo de respiração das árvores mais velhas.

A partir da metade dos anos 90, projetos de coleta de dados mais sofisticados mediram os fluxos de carbono em florestas de todo o mundo. Um trabalho particularmente importante era a troca de dados entre os membros da Fluxnet, uma rede mundial de torres de observação que medem a troca de dióxido de carbono, vapor de água e energia entre os diferentes ecossistemas e a atmosfera, em diversos pontos do planeta.

Agora, Sebastiaan Luyssaert, da Universidade de Antuérpia, na Bélgica, e seus colegas aproveitaram todos esses dados novos e produziram uma meta-análise dos dados de estudos que acompanharam 519 posições floresta temperada e boreal com idades de entre 15 e 800 anos.

A conclusão dos pesquisadores, publicada em artigo na revista Nature, é que as florestas mais antigas continuam, em geral, a absorver carbono. As florestas primárias nas regiões boreais e temperadas, que respondem por 15% da área florestal do planeta, aprisionam cerca de 1,3 gigaton de carbono por ano, com margem de erro de meio bilhão de toneladas de carbono.

Isso equivale a cerca de 10% da produtividade líquida da absorção nos ecossistemas mundiais, uma capacidade que antes não era computada ou era atribuída a fatores diferentes.

A morte de um dogma
A conclusão a que os pesquisadores chegaram faz sentido, afirma Susan Ustin, especialista em ecologia vegetal na Universidade da Califórnia em Davis. Quando um especialista quer determinar a idade de uma árvore, conta os seus anéis.

Cada um desses anéis representa a transformação de carbono atmosférico no tecido vivo de uma árvore. Em qualquer ano, a morte ou decomposição de folhas ou raízes tem o potencial de superar o volume de carbono que o tronco absorve.

Mas ao longo do tempo, qualquer crescimento significativo deve envolver um superávit de absorção de carbono. “Caso uma árvore seja neutra, do ponto de vista da absorção do carbono, quando tem 400 anos de idade, como é que ela poderia chegar aos mil anos?”, questiona Ustin. “Árvores que fossem realmente neutras do ponto de vista de absorção de carbono morriam”.

Derrubar a velha idéia de que as florestas maduras apresentam capacidade neutra de absorção de carbono pode ser tarefa para mais de um estudo, e a pesquisa conduzida por Luyssaert não é de maneira alguma a primeira a propor que as florestas antigas talvez continuem a absorver esse gás causador do efeito-estufa.

Mas Luyssaert espera que essa análise ajude a inclinar as escalas em favor de uma reversão na interpretação dominante. “Desafiar o dogma não representa novidade, mas os dados usados para contestá-lo vinham sendo muito mais limitados no passado”, ele afirma.

A hipótese tem inúmeras implicações. Os cientistas que presumiam que as florestas antigas não absorviam carbono em termos líquidos podem em conseqüência ter superestimado a capacidade de absorção de outros ecossistemas. Os modelos climatológicos hoje aceitos talvez tenham de ser reavaliados. E as políticas que concedem créditos a governos ou empresas por iniciativas de absorção de carbono deveriam incorporar a proteção a florestas antigas em seu elenco de opções.

De fato, a idéia de plantar uma árvore para defender a ecologia, por mais satisfatória que ela seja do ponto de vista sentimental, pode na verdade ser menos eficiente em termos práticos do que proteger uma árvore velha contra os machados: “Por pelo menos uns 200 anos, até que a árvore plantada tenha crescido o suficiente para absorver volume de carbono equivalente ao dessas velhas árvores”, estima Ustin.

Tim Griffis, pesquisador da Universidade de Minnesota que opera uma das torres de observação florestal da Fluxnet, acrescenta que o trabalho dos pesquisadores belgas “demonstra o poder da rede Fluxnet”. Mas está se tornando mais difícil mantê-la em operação, à medida que ela deixa de ser um projeto de vanguarda na ciência e se torna mais um sistema de obtenção e registro de dados em longo prazo.

“Muitos dos participantes da comunidade já começam a encontrar dificuldades para manter as suas unidades em operação”, afirmou Griffis. “Acredito que exista necessidade de discutir com seriedade como é que devemos agir para manter em funcionamento esse projeto de registro de dados em longo prazo”.

Fonte: http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3201560-EI8278,00-Florestas+antigas+capturam+muito+carbono.html

PS: Escrevi conscientizar assim porque não sei se é assim mesmo. Desculpem demorar por postar mais tarde hoje, tava fazendo um banner pro blog ^^.

Abraço

Fui!

Desgradação do Meio Ambiente no Brasil

Quando se viaja pelas estradas do Brasil, normalmente o cenário é de degradação do meio ambiente. Lixo e poluição onde antes havia plantas e animais.

Esta paisagem pode ser facilmente embelezada se conseguirmos levar a educação ambiental para o maior número de pessoas possível. São as "pequenas" medidas que tomamos que nos permitem levar nossa vida de modo mais sustentável, minimizando nosso impacto ambiental.

Poluindo o meio ambiente você não está deixando apenas uma triste herança para seus filhos e netos. O impacto da poluição será sentido na sua própria pele. Um bom exemplo é a poluição que você gera ao se locomover de automóvel quando poderia ir a pé, de bicicleta ou de metrô. Essa poluição com o efeito estufa e o aquecimento global gerando maior incidência de problemas de saúde nos seres vivos como diversas doenças respiratórias, cânceres e outros males.

Em estudo recente, o Brasil ficou colocado em 34º lugar entre 149 países mais comprometidos com o meio ambiente. Mas será que este é um número satisfatório para os brasileiros?

A Newsweek achou que o Brasil merecia uma colocação melhor graças ao uso do etanol e das hidrelétricas como principal fonte de energia. Mas a revista chamou atenção para o desmatamento crescente em nossas terras.

O mais triste desta história, é que temos potencial para figurar entre os primeiros. Falta mais investimento por parte do governo em programas de educação ambiental, fiscalização das áreas protegidas e agentes ambientais.

Falta, finalmente, mais rigor na aplicação das leis existentes.


Como vovó sabiamente dizia “É melhor prevenir do que remediar”. Faz todo o sentido.
Fonte: MeioAmbienteUrgente
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É é, a situação mais piora do que melhora (ou seria piora e NÃO melhora?). Brasil com sua linda floresta amazônica e sua linda mata atlântica poderia fazer tanto para cuidar, mas não, vamos gastar o dinheiro com aviões, com pagamento de políticos que não fazem nada, é uma beleza...
Po isso que todos nós temos o dever de cuidar e repassar essa mensagem a todos ao nosso redor!

Abraços

Oh My God!


Meu deus! Quando vi ess aimagem fiquei chocado, como nós seres humanos podemos fazer isso e nem ao menos ligar? Somos todos seres de um mesmo lugar, todos temos o mesmo direito! Só porque somos seres racionais achamos que podemos fazer de tudo com outros seres "inferiores", ainda nãoa credito nessa sociedade, ainda bem que existem pessoas que se importam com eles, mas são poucas em relação ao mundo! Mas a vida continua com os ricaços com seus 15 carros poluindo mais do que uma cidade inteira...com os ricaços que tem muito dinheiro e poderiam fazer TANTA COISA (alguns fazem, mas poderiam fazer mais mais maaaaaaaaaais!)

A causa do Vegetarianismo!

A matéria abaixo foi publicada no IG Jovem (18/07 - 19:42hs)
Como e por que alguém é vegetariano?

Carol Patrocinio

“Mas como assim, você não gosta de uma picanha bem sangrenta?”, essa é uma pergunta que para muitas pessoas não incomoda, mas em alguns casos, se torna insistente, repetitiva e cansa quem a houve; é o caso dos vegetarianos.

Agora você, que não é vegetariano, deve estar se perguntando: “mas por que alguém deixa de comer carne?” e, em casos mais extremos, qualquer alimento de origem animal, além de tratar o meio ambiente diferente das pessoas ditas ‘normais’.

Os motivos

Para José Nunes, de 23 anos, foi uma coisa natural: “Fui criado fazendo churrasco. Todo final de semana era churrasco com a família e eu lá, cuidando da churrasqueira. Nessa época, já acontecia de eu pegar um pedaço de carne pra comer e quando eu olhava pra ela eu via um nervo, uma veia e pensava ‘pô, era uma vaca…’ e já não conseguia mais comer nada de carne, pulava pra salada”.

Pela saúde
Os vegetarianos pregam que ao não ingerir carne você equilibra os níveis de colesterol, reduz o risco de doenças no coração e de alguns tipos de câncer, além de evitar os hormônios de crescimento e antibióticos utilizados na criação dos animais para abate.

Pelo meio ambiente
Sem comer carne você reduz o impacto ambiental da sua alimentação. Segundo a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, para produzir 1 kg de carne bovina você precisa gastar, mais ou menos, 15 mil litros de água (se você considerar o consumo do animal durante sua vida inteira); enquanto para produzir 1 kg de soja são gastos menos de 1300 litros de água, o que é só 10% do gasto com animais. A economia de água é, portanto, superior a 90%.

Pela ideologia
Homens não são melhores que os animais, portanto, não precisam se alimentar da carne dos bichinhos, já que sua vida não depende disso.

Outro motivo para parar de comer carne é a forma como os animais de abate são criados. As condições são horríveis, feita em pequenos espaços, com alimentos artificiais e tratados de forma agressiva durante o transporte ou antes do abate.

“Parei gradualmente com o consumo de carnes, parando com carne vermelha e de porco, depois aves e por fim, peixes. Nesse tempo fui estudando as variáveis da dieta vegetariana, como a lacto-vegetariana, vegana, crudivorismo, frugivorismo, etc. Estudei principalmente a dieta vegana, por ser a mais compatível com a idéia de ética no tratamento dos animais. Quando vi que tinha conhecimento suficiente sobre a dieta vegana, passei a abolir os alimentos de origem animal como mel, ovo, leite e gelatina da minha dieta, assim como produtos testados em animais”, conta José Nunes.

Os tipos de vegetarianos

Ovo-lacto-vegetariano
É o tipo de vegetariano que você mais encontra por aí. São pessoas que não comem nenhum tipo de carne, mas podem consumir leite, ovos e produtos derivados de animais.

Lacto-vegetariano
Nenhum tipo de carne faz parte da alimentação e o único derivado de animal aceito na dieta é o leite e produtos fabricados a partir dele.

Vegano
É o tipo de vegetariano mais difícil de seguir: eles não comem nenhum tipo de carne e nem qualquer produto que tenha origem animal. Porém, para os ‘vegans’, como são conhecidos, o consumo de produtos de origem animal não se baseia apenas na alimentação, mas segue também nos outros âmbitos da vida, como roupas, acessórios e produtos de beleza, nada que venha de animais ou seja testado neles é aceito. Ser vegan é um estilo de vida.

Crudivorismo
São os vegetarianos que além de não comer nada de origem animal, só comem alimentos crus.

Frugivorismo
Apenas frutas. A dieta dos Frugívoros não permite nada de origem animal e se baseia apenas em frutas.

O preconceito

Mas como tudo que muda os conceitos vistos como normais, a decisão de se tornar vegetariano ou vegan pode trazer sérios contratempos a sua vida social. José Roberto conta que no começo foi bem difícil: “Minha mãe não aceitou, dizendo que eu ia morrer de desnutrição, que eu deveria comer pelo menos peixe. Mas depois de um tempo ela se entregou e começou a se interessar pela culinária sem crueldade. No trabalho, era o assunto na hora do almoço, sempre com aquelas perguntas do tipo: ‘pô, você não come nem frango?’, ‘você vive do quê, de luz?’ e por ai vai”.

As bebidas

Vegetarianos podem beber, porém, ao escolher uma dieta vegetariana, seja ela de qualquer um dos tipos conhecidos, a pessoa acaba escolhendo também um tipo de vida mais saudável e fazendo a opção por alimentos, incluindo bebidas, que não prejudiquem seu corpo.

“Vejo uma possível ligação no aspecto da saúde, pois a maioria dos vegetarianos, além de pensar no bem estar e no tratamento ético aos animais, pensa também em manter hábitos saudáveis, o que talvez, vá contra o consumo de álcool”, comenta o vegan.

Não confunda

Muita gente acha que quem é Straight Edge - hardcore ou punk livre de drogas – também é vegan/vegetariano, mas nem sempre é assim. “São cenas convergentes, mas não tem uma ligação obrigatória, ou seja, ser straight edge não significa que você deva ser vegetariano e vice-versa. No Brasil, o que a gente tem é uma cena straight edge com a maioria sendo vegetariana ou vegana. Essa ligação acaba sendo algo natural dentro de um ambiente mais politizado, como a cena hardcore punk, não só straight edge”, explica José Nunes.

As dicas

Nada acontece de um dia para o outro. Se você quer se tornar vegetariano precisa entender o que está fazendo e ir mudando sua alimentação aos poucos, senão seu corpo pode sentir drasticamente essa mudança.

“Leia bastante sobre nutrição vegetariana e tenha força de vontade. Se você acredita na causa vegetariana, fica muito mais fácil”, incentiva José.

Virando expert

E como saber mais sobre esse pessoal, suas idéias, hábitos e a forma de vida, afinal, você precisa de uma ajuda pra começar, né!

José Nunes conta como entrou nessa: “O veganismo especificamente eu conheci através da cena straight edge de São Paulo, na Verdurada [evento que reúne músicas e palestras]. Foi numa palestra que conheci o termo “vegan”, seu significado e todas suas variáveis. Sem contar que, através da música, sempre ouvia mensagens de apelo vegetariano, como em músicas das bandas Gorilla Biscuits e Nations on Fire”.



FONTE

China proibe venda de carne de cachorro durante as olimpíadas

Para não ofender os turistas estrangeiros, a China proibiu a venda de carne de cachorro durante as Olimpíadas de Pequim. Se o cliente pedir um prato que leve o ingrediente, o restaurante terá de indicar outra opção. Caso contrário, passará a integrar uma lista negra, dizem autoridades chinesas.

O excencial seria que proibisse para sempre, mas "já" é alguma coisa...